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Quando a alimentação e as emoções se relacionam geram este estado de fome emocional. Mas sabe que consequências esta relação pode trazer para a sua saúde?

Maioritariamente associada às emoções negativas, a fome emocional traduz uma falsa sensação de conforto e afeto perante o sentimento de culpa, tristeza e desanimo, procurando um equilíbrio emocional através da ingestão de doces, hipercalóricos e hidratos de carbono, resultando num aumento excessivo do peso. 

Este ciclo pode se tornar vicioso se não o reconhecer a tempo. A contínua sensação de prazer e bem-estar encontrada nestes alimentos, aumentam a necessidade de os consumir a cada emoção negativa, gerando repetidos aumentos de peso.

Travar este processo começa na sua lista das compras. Sempre que vai ao supermercado evite comprar produtos pouco saudáveis que são os mais “apetitosos” para a procura de conforto emocional. Comprá-los em “dias não” como alívio do seu estado de espírito também não é boa ideia. O seu organismo vai considerar que estará a ser recompensado pelo sentimento que vive.

O processo de fome emocional é completamente inconsciente, o que torna importante os momentos das principais refeições do dia. Siga-os à regra e de forma adequada para evitar a fome fora de horas. Nunca dedica o seu tempo de refeições a outras tarefas. Concentre-se.

No nosso espaço dispomos de um serviço de nutrição que o irá apoiar no combate à fome emocional e na educação alimentar. Também as nossas consultas de psicologia podem ser um forte aliado no combate ao stress, o “melhor amigo da fome emocional”.

Saiba que todo o processo de gestão da fome emocional tem falhas, o importante é que nao se culpabilize, esse sentimento tem uma conotação negativa e pode sortir o efeito indesejado, aumentando a necessidade de comer.

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